Pulsa. Prosopopéia Paulista
de impraticável horizonte de existência
impraticável pedido de clemência
que aos céus encobre em véus de pó e podridão.
cinzas pulsilamines
de harmonia atonal
embosteia teus veios encantados
afaga teus comparsas mal fadados
praga impregnada de dureza e prosa
que com pensamento uno simplesmente progride
e pulsa,
pulsa
mas há de sucumbir
em ruínas mimeses de teus casebres inundados por lixo e cegueira.
Pulsa prosopopéia paulista
Nas suas particularidades intransigentes sobre nossa existência.
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